sexta-feira, 20 de março de 2009

Nossa campanha na mídia

Confira a matéria realizada pelo Vila Mulher, referente à nossa campanha de conscientização sobre a dor oncológica.




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segunda-feira, 16 de março de 2009

A cada 5°C, risco de enxaqueca sobe 7,5%

As altas temperaturas dos últimos dias do verão podem ter incomodado a cabeça de muita gente, não só pelo calor. Um estudo mostrou que o risco de incidência de enxaqueca é maior nos dias quentes. Para cada 5°C a mais na temperatura do ar, a probabilidade de ser vítima da dor sobe 7,5%.

A constatação foi de pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, em Boston, nos Estados Unidos, que analisaram mais de 7 mil casos entre maio de 2000 e dezembro de 2007.

A solução para a incômoda dor de cabeça pode não estar em comprimidos, mas na ponta da agulha. Uma pesquisa da Universidade Duke, nos Estados Unidos, demonstrou que a acupuntura traz melhores resultados no combate ao mal que aflige milhões de brasileiros.

O levantamento americano compilou 32 estudos, cruzando informações sobre 4 mil pacientes que sofriam de enxaqueca, cefaleia tensional e outras formas de dor de cabeça crônica. O estudo indicou relatos de melhora de 62% dos pacientes que passaram por cinco a seis sessões de acupuntura. Dos que foram tratados com medicamentos, o índice foi de 45%.

A pesquisa analisou se houve efeito placebo, com a aplicação de agulhas em pontos não terapêuticos. Nessa verificação, o índice de melhora dos pacientes submetidos às "agulhadas verdadeiras" foi de 53%. Entre os que passaram pela "falsa" acupuntura, a taxa foi de 45%.

"A acupuntura está se tornando uma opção favorável para uma variedade de propósitos, que vão desde melhorar a fertilidade à redução da dor pós-operatória, porque as pessoas experimentam significativamente menos efeitos colaterais e ela pode ser uma opção menos cara do que as outras", disse o pesquisador Tong Joo Gan, líder do estudo.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Centro de Dor na mídia

Confira a matéria sobre dores crônicas, publicada este mês pela revista Woman’s Health, na qual participaram o Coordenador do Centro de Dor, dr. Claudio Corrêa e também a psicóloga dra. Dirce Perissinotti.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Palestra sobre dores do câncer


Hoje, 6/3, ao meio-dia, o Centro de Dor e Neuro-oncologia do Hospital 9 de Julho abriu oficialmente a Campanha Viva Sem Dor, com a palestra “Panorama da dor do câncer e seus principais tratamentos”, ministrada pelo coordenador do Serviço, Dr. Cláudio Fernandes Corrêa.

Na ocasião, dr. Cláudio apresentou estatísticas de acometimento da doença e da prevalência da dor em seus portadores, assim como as principais vias de tratamento disponíveis, entre métodos convencionais e intervencionistas. A platéia o momento para tirar duvidas a respeito do tema.

Estiveram presentes cerca de 50 pessoas, entre pacientes, familiares e profissionais da área de saúde, que aproveitaram o momento para tirar duvidas. Ao final do evento, todos receberam o kit da campanha, composto de camiseta, folder e uma imã/lembrete de geladeira.

O conteúdo da palestra já está disponível no hot site
www.centrodedor.com.br/hotsite.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Panorama da Dor do Câncer

Segundo levantamento da OMS (Organização Mundial da Saúde), 10 milhões de pessoas no mundo inteiro são diagnosticadas com algum tipo de câncer anualmente.

Dos adultos em tratamento de câncer, 2/3 representam estágio de malignidade avançada, com experiência de dor. Em crianças, o quadro é similar.

Mesmo após a cura da doença, entre 15% a 25%% dos pacientes desenvolvem quadro de dor crônica causados pelo próprio tratamento oncológico, tais como quimioterapia, radioterapia ou procedimentos cirúrgicos, que afetam o sistema neuropático ou musculoesquelético.

Buscar melhorar a qualidade de vida é essencial para o tratamento do paciente oncológico, em que aspectos físicos e emocionais da doença costumam debilitar consideravelmente. Assim, dispor das diversas alternativas terapêuticas para tratar a dor é um direito do paciente.

Estes e outros aspectos da dor oncológica e as vias de tratamento serão abordados na palestra de abertura da campanha Viva Sem Dor, ministrada pelo Dr. Cláudio Fernandes Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neuro-oncologia do Hospital 9 de Julho. A palestra gratuita acontecerá na próxima sexta-feira (6/3), às 12 horas, no Anfiteatro do Hospital 9 de Julho (Rua Peixoto Gomide, 613 – 8 andar – Ala D).
Inscrições pelo telefone: 11 3147-9881.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Estudo indica musicoterapia para retardar desenvolvimento de Alzheimer

Segundo pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (EUA), a musicoterapia teria efeito de estadiamento sobre o Mal de Alzheimer. Segundo o responsável pelo estudo, a música estimularia nos portadores da doença a memória relacionada a momentos importantes “regidos” pela música.

De acordo com o dr. Cláudio Corrêa, neurocirurgião e coordenador do Centro de Neurocirurgia do Hospital 9 de Julho, as referências mais citadas para retardar a doença, porém, vinculam-se à prática do jogo de xadrez, palavras cruzadas e leituras em geral. Tais atividades agiriam como uma ginástica para o cérebro, diretamente proporcional àquela que fazemos em academias para o condicionamento físico.

Para o especialista, a doença tem em sua base a genética e, certamente, em pacientes com a carga genética favorável, a falta de exercícios mentais torna-os mais suscetíveis a desenvolver a doença.

Em relação ao estudo americano que relaciona músicas antigas, à “reativação” da memória dos portadores da doença, Dr. Cláudio ressalta que as lembranças do passado são justamente as últimas a serem perdidas pelos pacientes.

“De qualquer maneira enquanto não pudermos solucionar o diagnóstico etiológico e o tratamento, é válido considerar todas as alternativas que possam contribuir para uma melhor qualidade de vida aos pacientes com o Mal de Alzheimer”, conclui Dr. Cláudio.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Noticias da campanha Viva Sem Dor!

O câncer é a 2º causa de morte no mundo, atrás apenas das doenças cardíacas. Mas a evolução da medicina e os meios de informação têm colaborado para o aumento dos índices de cura ano após ano. Ou seja, ao mesmo tempo em que novas drogas e tecnologias são desenvolvidas, a população passa a ter mais acesso a canais de informação que ajudam a elucidar sobre as doenças, ajudando nos diagnósticos mais precoces e com mais chances de cura.

Quanto aos cuidados com a dor oncológica, esta não evoluiu na mesma velocidade, fazendo com que muitos portadores de câncer ainda sofram, enquanto poderiam estar mais centrados e aptos para a adesão do tratamento da doença em si.

Abaixo o neurocirurgião e coordenador da campanha Viva Sem Dor dá algumas dicas para o melhor controle da Dor no câncer:

· Diagnostico precoce da doença;
· Boa comunicação entre equipe profissional, paciente e família;
· Exigir dos profissionais um acompanhamento especializado para o combate a dor oncológica;
· Avaliação multidisciplinar completa, compreendendo campo físico, psíquico e espiritual do paciente e seus cuidadores;
· Avaliação contínua.